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A Magia do Espelho

A Magia do Espelho

Espaço para devaneios, reflexões, desabafos, dicas culturais e otras cositas más

A lição final

Estou lendo um livro maravilhoso intitulado “A Lição Final”. Trata-se de um relato de um bem-sucedido professor universitário americano sobre seus últimos meses de vida. Randy Pausch sofre de câncer no pâncreas e divide seu tempo entre tratamentos que prolonguem ao máximo a sua vida, em passar o máximo de tempo com sua família e em deixar o máximo de lembranças e ensinamentos aos seus filhos, então com seis, quatro e um ano de idade. Assim, Randy aceita o convite para fazer uma palestra na universidade onde trabalha e conta como conseguiu realizar seus sonhos de infância. Ao longo da palestra, Randy deixa várias lições de vida destinadas a seus filhos, mas que serviram para milhares de pessoas no mundo inteiro.

O sucesso da palestra fez com que ele escrevesse um livro, no qual conta várias histórias relatadas na palestra e muitas outras. Ao longo do livro Randy se mostra um ser humano como qualquer um de nós, cheio de qualidades e de defeitos, mas que conseguiu extrair o melhor da pior situação de sua vida. Cada página do livro traz uma lição de vida, de como lidarmos com as pessoas que amamos, realizarmos os nossos sonhos, aproveitarmos o nosso precioso tempo e a nossa breve vida.

Movida por um sentimento comum nos dias de hoje, rejeitei por algum tempo o livro, pensei que se tratasse de mais um “manual de como ser feliz”. Na verdade, o livro me surpreendeu bastante e tem me ensinado muito. Pretendo tê-lo sempre perto de mim parta que eu possa recorrer a ele sempre que achar que estou vivendo algo difícil e quiser desistir dos meus sonhos. Para mim, saber a experiência de vida dos outros e ver como eles lidaram com os problemas que podem acontecer a qualquer ser humano ajudam a tomar decisões melhore.

Logo que terminar de ler o livro escreverei mais um pouco sobre as minhas impressões.

Queremos notícias de qualidade!

Na correria diária, são raras as vezes que podemos ler com calma os jornais. Normalmente procuramos nos manter atualizados de forma rápida e prática. Assim, a Internet tornou-se um dos principais meios de se manter informado sobre o que está acontecendo no mundo. Contudo, é preciso lembrar que rapidez e praticidade não quer dizer que as notícias devem ser mal escritas. O leitor exige qualidade da informação, tanto na apuração do conteúdo quanto na escrita.

Gosto de olhar o G1 porque é um site que é atualizado com muita frequencia, mas o desprezo deles pelo trato da notícia me irrita. É mais do que comum as notícias conterem frases confusas e erros de português e de digitação. Errar uma vez ou outra a gente até deixa passar, afinal, todos podem errar, principalmente na pressa para dar um "furo de reportagem", mas todo dia é dureza. Fico imaginando quem são as pessoas que escrevem essas notícias. Se forem jornalistas, devem ter se formado em uma universidade mais do que pé-de-chulé. Confesso que às vezes fico com medo de ficar burra lendo essas notícias. Não fosse o fato de o G1 atualizar rapidamente as notícias, eu já teria deixado de acessá-lo a muito tempo.

Vejamos alguns exemplos:

1- Os investigadores trabalham com a hipótese de vingança, já que Robson Douglas Tempesta, empresário do ramo de eventos, respondia a alguns processos por dívidas não pagas e estelionato antes de ter sido morto (será que ele poderia responder a processos por dívidas não pagas e estelionato depois de morto?). Além dele, a mulher Ana Paula, e as filhas de um ano e meio e de oito anos, foram assassinados.

2- O Airbus A-320, havia decolado do aeroporto de La Guardia com destino a Charlotte, na Carolina do Norte. Segundo testemunhas, houve uma explosão (possivelmente causada pelo choque com pássaros) logo após a decolagem, e menos de cinco minutos após sair do chão o avião já pousava na água, de forma estável e sem desespero (é possível um avião cair ou realizar um pouso de emergência "sem desespero"? Talvez o avião não tenha ficado desesperado, mas tenho certeza que os passageiros ficaram).

3- Após o acidente, sobreviventes foram vistos sobre as asas da aeronave, aguardando serem resgatados. Imagens de agências de notícias mostravam barcos já fazendo o resgate dos sobreviventes, e a aeronave afundava aos poucos no rio.
Pouco depois do início dos resgates, um sobrevivente do acidente disse à rede de TV CNN que achava que não havia vítimas, e que todas as pessoas a bordo haviam sobrevivido. Segundo este sobrevivente, momentos antes de o avião se chocar contra o rio, o comandante do voo avisou aos passageiros para se prepararem para o impacto. Segundo a reportagem da CNN, os passageiros que eram resgatados chegavam à terra em boas condições.

4- Investigadores federais disseram nesta sexta-feira (16) que as duas turbinas do avião da US Airways acidentado no dia anterior em Nova Yort não estava no aparelho. Mergulhadores da polícia vão tentar recuperar as peças, que devem estar submersas no Rio Hudson.

Um avião da US Airways fez um difícil pouso de emergência na quinta-feira no rio, após ter tido um problema aparentemente provocado por pássaros tragados pela turbina. - Como assim? Ficou estranho esse segundo parágrafo, totalmente "boiando". A matéria está dando continuidade a outras que falam do acidente, assim, não seria necessário esse segundo parágrafo, pois quem já acompanhou as outras notícias já sabe sobre o que se trata. Se algum leitor não tiver visto as outras notícias, o ideal seria que a pessoa que escreveu a notícia fizesse um pequeno resumo no primeiro parágrafo, como começou a fazer ao informar quando e onde o avião se acidentou, mas ela poderia ter acrescentado a possível causa do acidente.

Por hoje é isso. Vou fazer outras seleções e depois coloco aqui.

Boas notícias fazem bem!


Todos os dias os veículos de comunicação trazem dezenas de notícias trágicas. Fico impressionada com a quantidade de jornais que a desgraça consegue vender e às vezes minha esperança na humanidade se enfraquece diante de algumas notícias.

Não sou contra a divulgação de crimes, acho que divulgar pode ajudar a solucionar problemas sociais, mas me preocupa perceber que esse tipo de assunto virou um produto que muita gente quer comprar, revelando o gosto pelo trágico, e que os veículos de comunicação estão ofertando demasiadamente. Precisamos saber o que se passa no mundo, conhecermos a realidade em que vivemos, mas tenho certeza que ela não é feita somente por desgraças.

Ver notícias "boas" está cada vez mais raro e quando isso acontece merece um post como esse. Hoje li em um site que um avião caiu nos Estado Unidos e que os 150 passageiros sobreviveram. Não que a queda de um avião seja uma notícia exatamente boa, mas o fato de todas as pessoas a bordo terem sobrevivido me alegrou muito. Acho que isso merece uma comemoração, afinal, não é todo dia que um avião cai e ninguém morre. No entanto, tenho certeza que amanhã mesmo essa notícia já terá sido esquecida pelos veículos de comunicação, mas não seria assim se houvesse vítimas fatais. Se alguém tivesse morrido, a notícia renderia no mínimo um mês com o pretexto de apontar um culpado pelo acidente.

Alguns podem dizer: "Mas se ninguém morreu, não há muito o que contar". Será que é mais fácil falar da morte do que da vida? Acho que deveríamos celebrar mais a vida, reconhecer seu valor e aproveitá-la muito bem, gastando nosso tempo com coisas boas, pois ela é muito curta e passa muito rápido.

Celebrar a vida ou celebrar a morte é uma questão de escolha. Enquanto nós alimentarmos esse estranho gosto pelo mórbido, nós só veremos morte e tristeza nos veículos de comunicação.

Para ler a notícia da queda do avião clique aqui: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL957775-5602,00-TODOS+OS+PASSAGEIROS+DO+AVIAO+QUE+CAIU+EM+NOVA+YORK+FORAM+RESGATADOS.html

Será que é

Encantadoras águas do Orós



Quem for a Orós não pode deixar de visitar o Hotel e Restaurante Encanto das Águas, localizado em uma das ilhas do Açude Orós. Além da paisagem privilegiada, com vista para o sangradouro do açude, o local oferece um ambiente agradável, ricamente decorado com objetos artesanais, e uma deliciosa comida caseira que tem como prato principal o peixe com baião de dois. Tudo isso com uma trilha sonora composta pelo barulho do vento e da água e pelas músicas do cantor Raimundo Fagner.

Para ajudar o visitante a se sentir em casa, a dona do empreendimento, Lourdes Cândido, recebe a todos com muita simpatia e simplicidade.

O calor do sertão pode ser amenizado com um mergulho nas águas do Orós ou com um banho de bica. As crianças têm diversão garantida no playground e na piscina infantil. Para garantir a segurança dos banhistas, o restaurante conta com salva-vidas de plantão.

Depois de comer um saboroso peixe, se banhar no açude e garantir lindas fotos, os visitantes ainda podem se divertir com um passeio de pedalinho ou de barco.

Mas se o visitante quiser curtir um pouco mais os encantos do Açude Orós, o Hotel e Restaurante Encanto das Águas dispõe de 26 suítes rústicas com diárias de R$ 50 que dão direito a café da manhã e transporte de barco.


SERVIÇO:

Hotel e Restaurante Encanto das Águas
Açude Orós
Orós-CE
Contatos: (85) 9936.4721 e (88) 9904.8421 (falar com Lourdes Cândido)

Novidades para o Verão







Em janeiro o “O Boticário” lançará um cardápio de delícias que não engorda ninguém, mas que vai deixar muita gente babando. Trata-se da nova linha de cosméticos Fun Ice Cream. Inspirada no verão, a linha Fun traz sabonetes, óleos corporais, colônias e hidratantes com cheirinho de frutas, sorvete, refrigerante e outras gostosuras.

Os formatos e as embalagens dos produtos também são especiais. Os sabonetes em barra têm formato de picolé e de bolas de sorvete. Já o sabonete cremoso foi inspirado no chantilly. As embalagens dos cremes e hidratantes lembram sundaes gostosos, nham, nham!

As embalagens são divertidas e charmosas

Vai um sorvetinho aí para esfoliar o corpo? Loucura? Na-na-ni-na-não! Com o Creme Esfoliante Corporal Sorvete de Flocos isso é totalmente possível. Depois é só escolher o sabor do creme hidratante para você ficar ainda mais cheirosa. Os hidratantes estão disponíveis nos sabores Sundae com Calda de Frutas Vermelhas, Sorvete de Frutas Tropicais e Milk Shake de Morango.
Mas o que mais me chamou atenção foi o óleo corporal sólido em formato de picolé. Primeiro porque eu nunca vi um óleo corporal sólido, segundo porque o formato de picolé é tão realístico que dá vontade de comer. Aliás, dá vontade de comer TODOS os produtos, rsrsrs.

Os preços das guloseimas variam de R$ 25,90 (Óleo Corporal Sólido Picolé de Banho) a R$ 39,90 (Desodorante Colônia Soda Fresh).

Menu repleto de delícias. Hummm....

Ainda não provei nenhum, mas fiquei babando no encarte com os produtos. Não sei se foi impressão minha, mas ele tinha um cheirinho tão bom! Rs. Meu aniversário já passou, mas se alguém quiser me dar um presentinho, dica a dia! Beijos!

Oi, Oi, Oi :)
Meu cantinho anda meio abandonado, mas eu não o esqueço.
Algumas coisas aconteceram muito rapidamente nas últimas semanas, mostrando mais uma vez que tudo acontece na hora certa, no tempo de Deus. Eu acredito nisso.
Consegui finalmente mudar algo que estava me fazendo infeliz. Embora ainda não seja o que eu realmente quero, sei que vou conseguir tudo que desejo, se Deus quiser.
Estou mais feliz, estou aprendendo, crescendo e isso é muito bom. Me sinto mais viva e em evolução.
Tive medo da escolha que fiz, pois toda mudança, ainda que seja boa, traz consigo um pouco de medo. Mas, além do medo, toda escolha traz crescimento. Não podemos deixar que o medo nos impeça de crescer, de provar coisas novas, de arriscar. Crescer é fazer escolhas.

Sabedoria oriental

- Mestre, como faço para me tornar um sábio?
- Boas escolhas.
- Mas como fazer boas escolhas?
- Experiência - diz o mestre.
- E como adquirir experiência, mestre?
- Más escolhas.

Uma escola base não basta

Não gosto de me manifestar muito sobre esses casos de crimes polêmicos cobertos excessivamente pela mídia, pois qualquer opinião é muito delicada e pode ser taxativa demais e causar ainda mais polêmica.

Acontece que minha indignação chegou a um ponto tal com relação à cobertura que a imprensa fez e está fazendo do caso Eloá que resolvi desabafar aqui para ver se me sentia um pouco melhor.

São tantos erros e absurdos que eu nem sei por qual começar. Acho que posso começar dizendo que, como jornalista, me sinto completamente envergonha pela imprensa brasileira que voa como urubus famintos em cima de cadáveres inocentes e tem como única preocupação matar a fome insaciável de audiência. A mídia parece esquecer que seres humanos estão enfrentando essas situações tão tristes, que existem famílias abaladas e sofrendo e que a imprensa não é juiz e, por tanto, não deve emitir nenhum julgamento e muito menos fazer com que inúmeras pessoas acreditem nesse julgamento.

Se ligarmos a TV hoje, vamos assistir a um show de acusação contra a polícia e programas inteiros dedicados a provar que a polícia errou no caso Eloá. Se a polícia errou ou acertou não sou eu quem vai dizer isso, o que posso dizer é que tenho certeza que ela fez tudo que podia para tentar evitar esse fim trágico que resultou na morte de uma jovem de 15 anos. Acho que a ação deve ser investigada e que se a polícia agiu de forma errada ela sofra uma punição por isso. Também acho importante que os “erros” cometidos pela polícia sejam divulgados para que cada um de nós possa cobrar do governo treinamento adequado para os policiais. No entanto, é preciso não esquecer que a polícia é formada por seres humanos que, como qualquer outro ser humano, são passíveis de erros.

Quero deixar claro que este artigo não é para defender a polícia, mas para refletir sobre a cobertura da imprensa brasileira neste caso e sobre as acusações que a mídia está fazendo à polícia. Seria ótimo se tudo isso fosse motivado pela intenção real de fazer o Governo e as pessoas refletirem sobre a qualidade da polícia brasileira. No entanto, na maioria dos casos o que a imprensa quer é conseguir audiência através do sensacionalismo.

Seria maravilhoso se a imprensa brasileira agisse dessa forma com o seu próprio trabalho. Se passasse semanas dedicando a programação inteira para discutir os erros da imprensa, as vidas que ela arruinou por conta de matérias mal apuradas e julgamentos errados. Mas não, pois os jornalistas são os intocáveis, nunca erram, NUNCA MESMO! Se por acaso admitem o erro, fazem questão de escondê-lo até a morte, afinal, não é interessante para eles divulgarem os próprios erros, pois as pessoas precisam acreditar que eles são confiáveis, que não erram nunca e que sabem de tudo.

Não vi nenhum programa discutindo, por exemplo, a atitude da apresentadora Sônia Abrão, que não só deu espaço para o seqüestrador e assassino Lindemberg, melhor dizendo, “querido”, falar na televisão, como também negociou o fim do seqüestro com ele. A atitude dessa jornalista e da produção do programa “A tarde é sua” só deu mais confiança ao Lindemberg, afinal, a preocupação dos repórteres era com ele, não com as vítimas. Assim, ele passou a se sentir um astro acima do bem e do mal.

Sim, a apresentadora Sônia Abrão se julga muito mais preparada para negociar o fim de um seqüestro do que os policiais do de Ações Táticas Especiais (Gate), que estavam cuidando do caso e que devem ter recebido um treinamento especial para lidar com esses casos.

Em nenhum momento eu vi algum programa de televisão o questionamento sobre a atitude da mídia nesse caso. Ninguém fala sobre isso. Ninguém questiona se é certo dar espaço para bandido na televisão, se é certo querer fazer o trabalho da polícia, se é certo invadir a privacidade da família, se é certo julgar a polícia, se é certo ficar fazendo matérias e mais matérias com o único intuito de mostrar que a polícia errou e, com isso, alavancar a audiência.

É triste, muito triste, ver que jornalistas como a Sônia Abrão se acham tão superiores e intocáveis a ponto de se envolverem em casos como esses e se acharem capazes de fazer o trabalho da polícia. No mínimo, ela deve achar que esse tipo de trabalho pode ser feito por qualquer pessoa e que ela certamente o faria melhor do que a polícia. Mas negociar com seqüestrador não é para qualquer pessoa, não é conversa de comadre nem conselho de tia velha e pretensiosa.

A imprensa faz questão de manter silêncio sobre isso, de esconder os seus erros, de colocar o lixo embaixo do tapete e de enganar a população. Sim, é isso que muitos dos que se dizem jornalista fazem: enganam a população. Acham que liberdade de imprensa é você sair por aí falando o que bem entende sobre quem quiser. Onde está a responsabilidade sobre as informações? Onde está o respeito aos seres humanos? Onde está a ética? Infelizmente, muitos jornalistas esqueceram para sempre de tudo isso.

O que se vê hoje na TV, na internet e nos jornais impressos é uma enxurrada de matérias querendo a todo custo mostrar que a polícia errou do começo ao fim do caso e que ainda agrediu fisicamente o assassino Lindemberg. Entrevistam peritos e fazem de treinadores da Swat verdadeiros heróis com o único objetivo de mostrar que a polícia errou.

A fome insaciável pela audiência faz com quem os jornalistas-urubus não respeitem a dor e o luto alheio e invadam a privacidade de uma família que já está sofrendo bastante com a morte da filha e que não precisa de acusações contra o pai. Que fique claro que não estou defendendo ninguém, acho que cada um deve pagar pelos crimes que cometeu, mas não é papel da imprensa fazer julgamentos nem acusações e é lamentável que, além de fazer tudo isso, ainda não tenha respeito nenhum pela dor de uma família e queiram lucrar em cima do sofrimento alheio.

Gostaria muito que a imprensa usasse todo esse empenho para discutir o seu papel na sociedade e a ética jornalística. Dói bastante ver que uma Escola Base só não basta, que a vida de muitas pessoas ainda vão ser arruinadas até o dia (ainda tenho esperanças) em que a imprensa brasileira seja realmente responsável, comprometida com a verdade, com a imparcialidade e com a população.

O caminho para o jornalismo ideal é árduo, mas chegar lá não é impossível. Pra tanto, é extremamente importante que cada um de nós, jornalistas e consumidores de notícias, exercite a criticidade e cobre da imprensa brasileira ética, respeito, imparcialidade e compromisso com a verdade. Precisamos fazer a nossa parte e incentivar todos os nossos conhecidos a fazerem a parte deles também, não podemos nos deixar cegar com o que a mídia quer que acreditemos sem questionarmos. Que o sofrimento causado pela mídia a pessoas inocentes em casos como a Escola Base, Eloá Cristina e tantos outros não seja em vão.

Vale a pena ler de novo

  • A lição final
  • A sangue frio
  • Crônicas de Nárnia
  • George e o segredo do Universo
  • O caçador de pipas
  • O Pequeno Príncipe

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