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A Magia do Espelho

A Magia do Espelho

Espaço para devaneios, reflexões, desabafos, dicas culturais e otras cositas más

Tudo que quiser, só basta acreditar

Quando você quer muito alguma coisa e acredita que ela pode se tornar realidade, com certeza ela se realizará. Se você acha que é a mulher ou o homem mais bonito da festa, tenha certeza que você é. Se você acha que sua roupa está arrasando, tenha certeza que ela está. Se você acha que é uma estrela, acredite, você é uma estrela.

Quando você acredita em alguma coisa,s eja o que for, essa coisa se torna verdade para você, não importa o que as outras pessoas dizem. A Stefhany é o melhor exemplo disso. Ela acreditou no seu talento, acreditou nas letras da sua música e no seu figurino original, acreditou que é demais e alcançou o sucesso.

Para homenagear a minha cantora preferida do momento, coloco aqui o link para um dos seus clipes: http://www.youtube.com/watch?v=RmPB47Q-GKY

Espero que apreciem sem moderação :D.

Ah, repitam sempre: sou linda, absoluta, sou demais!!!!!!!!

Beijos!

O importante é não desistir

Fico muito angustiada quando vejo uma injustiça, quando vejo o sonho de alguém frustrado. Estou me sentindo assim agora, pensando que algumas pessoas lutam para realizar seus sonhos, persistem, mas sempre existe algo que impede que elas alcancem seu objetivo.

Me angustia também ver como algumas pessoas parecem não ter sentimentos, não se colocam na situação do outro, não são nenhum pouco maleáveis. Preferem os papéis aos sentimentos, mesmo quando sabem que estão erradas.

Estou triste pela notícia abaixo, por saber que o sonho de alguém que lutou tanto esbarrou em uma questão burocrática e que as pessoas não estão nem aí. Acho que as regras devem ser seguidas, mas o bom senso deve prevalecer. Estou torcendo para que este homem consiga vencer.

Vejam a notícias:

Morador de rua é impedido de fazer matrícula por falta de documento

Ele tenta há 19 anos passar no vestibular e foi aprovado pela primeira vez.Universidade afirma que não pode abrir exceções.

O morador de rua Geovan de Sousa Araújo, de 38 anos, foi impedido de efetuar a matrícula no curso de matemática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, nesta terça-feira (3), pela falta de um documento. De acordo com a assessoria de imprensa da universidade, Araújo não apresentou o comprovante de conclusão do ensino fundamental, mas possui o comprovante de conclusão do ensino médio. Ainda assim, segundo a universidade, ele precisaria de ambos os documentos e não é possível abrir exceção para nenhum dos vestibulandos para não prejudicar outros candidatos.

Araújo nasceu no Piauí e tenta há 19 anos passar em um vestibular de uma faculdade pública. Neste ano ele esteve pela primeira vez na lista dos aprovados, mas, segundo afirmou ao G1, perdeu o comprovante há cerca de um mês. O pedido da segundo via, segundo ele, já foi feito para a Secretaria de Educação do seu estado, mas só deve ficar pronto dentro de 20 dias.

“Eu só queria tentar conversar com o reitor para explicar meu caso. Minha família está no Piauí tentando agilizar a emissão da segunda via desse documento, mas não sei se será possível. Já fui avisado pela universidade que estou entre os que ficarão de fora do curso”, diz. Apesar da decepção, Araújo diz que não vai desistir do sonho do diploma universitário. “Já estou há tantos anos tentando que não vai ser por isso que vou desistir”, afirma.

FONTE: http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL985071-5604,00-MORADOR+DE+RUA+E+IMPEDIDO+DE+FAZER+MATRICULA+POR+FALTA+DE+DOCUMENTO.html

Flexionar, estender e se dobrar


Hoje fiz minha primeira aula de isostretching e saí de lá muito satisfeita, mas com todos os músculos do meu corpo tremendo, parecia até que tava com Mal de Parkinson. Depois do expediente de trabalho, aceitei o convite de uma amiga e resolvi aproveitar essa aula oferecida gratuitamente para todos os colaboradores do Banco do Nordeste.

Até hoje, sabia muito pouco sobre essa atividade física. Para mim, isostretching era aula de alongamento. Ledo engano! A aula teve alongamento, mas trabalhou muito mais com o equilíbrio e com o fortalecimento muscular. E haja músculos!

De acordo com a minha pesquisa no oráculo Google, o isostretching é uma técnica de origem francesa que consiste “em uma ginástica terapêutica composta por exercícios que permitem simultaneamente alongar e fortalecer isometricamente os músculos do corpo, atuando na prevenção e no tratamento das alterações osteomusculares”¹.

O nome da técnica é composto pela junção de dois termos:

Iso = Isometria (o antagonista faz contrações musculares que neutralizam o movimento articular) + Stretching = Um termo em inglês, que significa alongamento. Neste caso, o que interessa é o alongamento do sistema ligamento-músculo².

Nas aulas de isostretching podem ser utilizados diferentes materiais. Hoje nós utilizamos bolas gigantes, tipo as que o Kiko tem, claro que bem mais resistentes. Me senti como se estivesse na rua brincando com meus coleguinhas, mas além da diversão também tinha a dor muscular.

Fui para a primeira aula com o pé atrás, tímida e receosa, mas me diverti bastante (apesar das dores) e pretendo continuar praticando isostretching. Afinal, qual mulher não quer ficar toda durinha e aumentar a flexibilidade?

Saiba mais sobre o isostretching:

Benefícios

- Possibilita correção da postura;
- Melhora a flexibilidade/elasticidade e o alongamento da musculatura;
- Fortalece isometricamente a musculatura;
- Evita a incontinência urinária;
- Melhora condição física;
- Aumenta a conscientização corporal;
- Melhora a circulação sanguínea e linfática;
- Aumenta a capacidade cardiorrespiratória;
- Diminui as tensões musculares,promovendo bem-estar e qualidade de vida.

Indicação

- Melhora da postura corporal;
- Encurtamentos musculares;
- Aquisição de uma boa forma física.

Café amargo II

Falando agora de algo mais “fútil”, gostaria de registrar a minha indignação com o péssimo atendimento de alguns locais, que tratam o cliente como não sei nem o que. Depois de nos depararmos com a cena de trabalho infantil, sentamos em uma das barracas das tapioqueiras para comermos uma deliciosa tapioca e tomarmos um gostoso capuccino.

Alguns minutos após fazermos o pedido, garçonete chegou trazendo uma jarra de leite quente, um pote de capuccino em pó, xícaras e colheres. Olhei para aquilo e não quis acreditar. Sabe quando você fica tão chocado que não consegue falar? Pois é, foi o que me aconteceu. Tive uma vontade enorme de fazer um escândalo, de dizer que não estava pagando três reais para fazer o meu próprio capuccino, que se fosse para eu mesma fazer teria ficado em casa. No entanto, me contive e engoli aquele café amargo jurando para mim mesma que jamais voltaria naquela barraca.

Ainda estou com uma certa raiva de tudo isso, mas sei que desse jeito aquele negócio não vai longe, afinal, ninguém quer sair do conforto da sua casa para tomar um capuccino bem feito e de repente ter que pagar para fazer o seu próprio café. Ai, ai...

Ah, esqueci de olhar para o nome do local e nem posso dizer as características para que vocês nunca pisem lá, pois todas as barracas das tapioqueiras são iguais, têm o mesmo tamanho, a mesma decoração e a mesma TV de 29 polegadas ligada na Globo. A única coisa que diferencia uma barraca da outra é o nome da placa (que não prestei atenção) e a cor das toalhas da mesa. Então, se vocês forem às tapioqueiras, não sentem na barraca com toalhas amarelas, a não ser que queiram pagar para fazer o próprio café.

Café amargo I

Foi com estranheza que percebi que um dos pontos turísticos gastronômicos de Fortaleza é também um dos pontos de concentração do trabalho infantil. Nas tapioqueiras, é possível ver meninos oferecendo CDs e DVDs piratas a todo instante. Apesar de o trabalho infantil ser condenável em qualquer lugar ou situação, achei muito estranho ver esse tipo de coisa ocorrendo em um lugar tão movimentado. Sim, dois crimes ocorrendo o tempo inteiro diante de centenas de pessoas: trabalho infantil e pirataria. O mais estranho de tudo isso é perceber como somos coniventes com essa situação. Como passamos a achá-la comum e imutável.

Consigo imaginar essa situação sendo polemizada em algum jornal da cidade. Após uma “grande” polêmica, alguém iria dizer que trabalho infantil é crime e proibiria aquelas crianças de continuarem a vender seus CDs e DVDs piratas. Mas isso jamais resolveria o problema, pois o verdadeiro problema é o motivo que leva essas crianças a trabalharem. Se elas fazem isso é porque precisam ajudar suas famílias. Se elas não o fizerem, verão sua família sofrer ainda mais com a miséria. A solução não retirar o problemas dos nossos olhos, mas criar condições para que ele não exista. É dar emprego digno para as famílias brasileiras para que elas possam criar decentemente seus filhos, garantido os direitos básicos de toda criança: educação, saúde e lazer.

Será que um dia alcançaremos essa tão sonhada realidade? Não sei. Tudo que sei é que enquanto nós, os ditos “esclarecidos”, continuarmos a agir como se tudo estivesse em sua mais perfeita normalidade, nada mudará. Enquanto continuarmos como nosso egoísmo, milhares de crianças terão sua infância roubada, assim como a esperança de um futuro melhor. Precisamos para de olhar apenas para nossos umbigos e cuidar do outro. Se não fizermos nada, os mais fracos também não o farão. Pois são vítimas de um sistema podre e gastam toda sua energia na luta para continuarem vivos.

Acredito que a gente colhe o que planta. Se fizermos o bem, colheremos o bem.

"É preciso escolher: Tigrão ou Bisonho?"

Acabei de ler, neste exato momento, as últimas páginas do livro "A lição final" e posso dizer, com certeza, que não sou a mesma pessoa que começou a ler o livro. A história de Randy Pausch, o modo como lidou com a doença, como manteve a alegria de viver e o equilíbrio emocional para tomar providências que tornassem menos sofrida a vida da mulher e dos filhos após a sua morte... Tudo isso me ensinou muito.

Sim, é realmente difícil ensinar os outros a viverem as suas vidas e acho mesmo que não existe uma receita para isso, no entanto, faço das palavras de Randy as minhas: "As muralhas existem por algum motivo. E uma vez que você as galgou - mesmo com a ajuda de alguém -, é útil contar aos outros como conseguiu". Acredito que as experiências do outros são muito úteis para que a gente escolha o modo como viveremos a nossa vida.

Gostaria de dizer tantas coisas sobre esse livro, mas ainda não consegui organizar bem as idéias. Mas posso dizer que jamais saberei exatamente o que Randy e a família dele passaram e que também não sei como reagiria se fosse comigo. Contudo, em alguns momentos me imaginei como ele, como sua esposa, como seus filhos. Imaginei a tristeza que eles sentiram ao terem seus sonhos interrompidos, como os filhos dele reagiriam, anos depois, ao lerem as cartas que ele deixou e assistirem aos vídeos que ele gravou, como a mulher dele criaria sozinha os três filhos pequenos... Enfim, tantas coisas. Tantas histórias, lições e sentimentos relatados por uma pessoa comum que teve um "problema de planejamento" e viu sua vida mudar completamente.

Randy foi Tigrão até o fim, encarou seu triste diagnóstico da forma mais positiva e realista possível, se esforçando ao máximo para permanecer vivo e, ao mesmo tempo, reconhecendo as limitações da medicina e fazendo o possível para tornar a vida dos seus entes queridos o mais tranquila possível após a sua partida. Ele não deixou a tristeza dominá-lo, não se revoltou contra Deus ou nada parecido. Muito pelo contrário. Manteve a alegria de viver e aproveitou ao máximo seus últimos meses de vida.

"Felizmente", Randy não foi atropelado por um ônibus ou morreu em um acidente de carro, como ele mesmo comenta. Assim, teve tempo para tomar as providências necessárias e deixar para seus filhos conselhos que ele lhes daria nos próximos anos se estivesse vivo. Ao fazer isso, Randy fez com que a sua passagem pela Terra não fosse um mero acontecimento e deixou uma grande lição não apenas para seus filhos, mas para milhares de pessoas.


SERVIÇO:

A Lição Final
Autores: Randy Pausch com Jeffrey Zaslow
Preço médio: R$ 15,90

A lição final

Estou lendo um livro maravilhoso intitulado “A Lição Final”. Trata-se de um relato de um bem-sucedido professor universitário americano sobre seus últimos meses de vida. Randy Pausch sofre de câncer no pâncreas e divide seu tempo entre tratamentos que prolonguem ao máximo a sua vida, em passar o máximo de tempo com sua família e em deixar o máximo de lembranças e ensinamentos aos seus filhos, então com seis, quatro e um ano de idade. Assim, Randy aceita o convite para fazer uma palestra na universidade onde trabalha e conta como conseguiu realizar seus sonhos de infância. Ao longo da palestra, Randy deixa várias lições de vida destinadas a seus filhos, mas que serviram para milhares de pessoas no mundo inteiro.

O sucesso da palestra fez com que ele escrevesse um livro, no qual conta várias histórias relatadas na palestra e muitas outras. Ao longo do livro Randy se mostra um ser humano como qualquer um de nós, cheio de qualidades e de defeitos, mas que conseguiu extrair o melhor da pior situação de sua vida. Cada página do livro traz uma lição de vida, de como lidarmos com as pessoas que amamos, realizarmos os nossos sonhos, aproveitarmos o nosso precioso tempo e a nossa breve vida.

Movida por um sentimento comum nos dias de hoje, rejeitei por algum tempo o livro, pensei que se tratasse de mais um “manual de como ser feliz”. Na verdade, o livro me surpreendeu bastante e tem me ensinado muito. Pretendo tê-lo sempre perto de mim parta que eu possa recorrer a ele sempre que achar que estou vivendo algo difícil e quiser desistir dos meus sonhos. Para mim, saber a experiência de vida dos outros e ver como eles lidaram com os problemas que podem acontecer a qualquer ser humano ajudam a tomar decisões melhore.

Logo que terminar de ler o livro escreverei mais um pouco sobre as minhas impressões.

Vale a pena ler de novo

  • A lição final
  • A sangue frio
  • Crônicas de Nárnia
  • George e o segredo do Universo
  • O caçador de pipas
  • O Pequeno Príncipe

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